Um hábito comum entre as pessoas, principalmente entre os estudantes, é aproveitar as horas no trânsito para estudar ou ler um livro. De acordo com o oftalmologista Almeida Júnior, existe uma teoria que a ação pode causar o descolamento de retina, que é mito - o próprio oftalmologista revelou ter este hábito. O médico Queiroz Neto afirma que ler em movimento pode causar tontura ou náusea por desequilíbrio do labirinto, mas não descola a retina
Mostrando postagens com marcador Saúde dos Olhos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saúde dos Olhos. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 17 de março de 2014
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Sono desregulado afeta a saúde dos olhos e outras partes do corpo
De acordo com especialistas, o sono desregulado pode afetar a saúde da visão, do corpo e da mente. Isso se dá, por causa da luz, que sincroniza o relógio biológico que responde por todas as funções do nosso organismo. É isso que explica, por exemplo, porque uma pessoa com catarata, opacificação do cristalino que torna a visão embaçada, tem mais propensão a entrar em depressão.
O bloqueio da entrada da luz até a retina no fundo dos olhos, faz o portador viver dias cinzentos de inverno, independente da estação do ano. Está comprovado que a baixa luminosidade nos países nórdicos durante o inverno aumenta a chance de surgir depressão. A boa saúde depende da sincronização de nosso relógio biológico com a claridade do sol e a escuridão noturna.
Por isso, pessoas que sofrem de insônia têm comprometimento das funções biológicas que são iniciadas na retina pela captação de luz.
Hormônios da noite
A produção de alguns hormônios é maior durante a noite em ambientes escuros. O horário em que ocorrem varia de acordo com o organismo de cada pessoa. Este é o caso da melatonina e do hormônio do crescimento que têm função de regular o metabolismo. Só para se ter uma ideia da importância desses hormônios, a melatonina é um antioxidante duas vezes mais potente que a vitamina E. Por isso, protege os olhos das duas principais causas de cegueira - catarata e degeneração macular (perda da visão central) decorrentes do envelhecimento. Outros efeitos da melatonina sobre a saúde é a melhora da qualidade do sono, redução do risco de enfarte, combate ao estresse e aos micróbios.
Já o hormônio do crescimento (GH) contribui com a formação dos tecidos e estimula o sistema imunológico. Por isso, está associado à proteção contra o câncer. Protege todo o organismo, inclusive os olhos, de outras doenças infecciosas, como por exemplo, a conjuntivite.
A insônia eleva a produção do cortisol e adrenalina, hormônios que mantêm o estado de vigília.
O excesso de adrenalina aumenta os batimentos cardíacos e a pressão arterial, fatores de risco das doenças cardiovasculares. Já a maior produção de cortisol causa ganho de peso, glicemia e colesterol alto. Para os olhos, o maior perigo está no aumento do cortisol e do colesterol. Podem ocluir os vasos da retina e impedir que os nutrientes cheguem à membrana. Em logo prazo, esta alteração leva à degeneração da retina.
Para driblar efeitos Nocivos
Muitas pessoas afirmam que quando perdem o sono vão para o computador. É um erro, porque a luz do monitor aumenta a produção dos hormônios do estresse. Para prevenir doenças as dicas são: escurecer ao máximo o quarto antes de dormir para estimular a produção de melatonina que reduz o cortisol e adrenalina, evitar computadores e outros dispositivos eletrônicos no horário de dormir, Incluir na alimentação laticínios, nozes, gergelim e tofu que contém triptofano, precursor da melatonina, consumir semente de linhaça, peixes e frutos do mar ricos em ômega 3 que melhora a qualidade da lágrima, as funções cerebrais e o humor;praticar exercícios físicos diariamente, e aumentar o consumo de frutas cítricas ricas em vitamina C.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
A visão do bebê
Por volta da sétima semana de gestação, a visão começa a se desenvolver. Ao nascer, a criança enxerga borrões, claros e escuros, e rostos e objetos que fiquem de 20 a 30 centímetros dos seus olhos. O alinhamento coordenado dos olhos ainda é difícil. Virá com o desenvolvimento neurológico. O que mais chama a atenção do recém-nascido são formas redondas e cores contrastantes. O rosto da mamãe, sempre pertinho na hora de dar cuidados, é uma grande atração, fonte de comunicação, de afeto e de segurança para o bebê.
No segundo mês, o alcance de visão do bebê aumenta para cerca de 50 centímetros. Ele consegue fixar o olhar, focar objetos, e tenta acompanhar movimentos. No terceiro mês, passará a ver imagens tridimensionais e será cada vez mais capaz de seguir objetos ou pessoas. No quarto mês, seu filho consegue reconhecer pessoas. Aos 6 meses, estará enxergando praticamente como um adulto.
De olho na brincadeira
Fonte: Portal Crescer
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Corrija o estrabismo do seu filho antes dos seis anos
A pessoa estrábica, conhecida no Brasil como vesga, não recebe apenas um nome vulgar, mas também uma discriminação aberta. É o que afirma um estudo do Instituto Nacional de Saúde dos EUA, que afirma a importância de se fazer a cirurgia de correção ocular em crianças antes dos seis anos, para evitar bullying ao ingressarem na vida social.
Os pesquisadores alteraram digitalmente fotos de seis pares de gêmeos idênticos, de forma que uma das crianças ficasse estrábica e a outra não. Então, chamaram 118 participantes com idade entre 3 e 12 anos e pediram para que avaliassem as fotos, pedindo que escolhessem quais eles poderiam convidar para sua festa de aniversário. Se eles não fizessem distinção entre a criança estrábica e a normal, os pesquisadores esperavam uma incidência próxima a 50% de estrábicos escolhidos.
Este índice foi alcançado em crianças menores de seis anos. Estas não fizeram qualquer distinção entre os gêmeos com e sem estrabismo. Mas crianças acima dos 6 anos eram significativamente menos propensas a escolher fotos de crianças com estrabismo visível.
Aparentemente, não se trata de “coração puro” o fato das crianças menores não discriminarem os estrábicos: é porque não percebiam mesmo. Apenas 19% das crianças entre 4 e 6 anos disseram notar algo nos olhos logo de cara, e o índice não passou de 39% quando todas foram instruídas a prestar atenção nos olhos. Na faixa de 6 a 8 anos, 77% puderam perceber o desvio no olhar das fotos, e aparentemente isso fez diferença, já que a tendência geral era a de não estarem dispostos a convidar a criancinha estrábica para sua festa.
Fonte: Hype Science
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Como perceber se seu filho tem problemas de visão
![]() |
| Foto: Marcelo Oliveira / Agencia RBS |
Uma em cada 20 crianças em idade pré-escolar sofre de algum problema de visão. Já durante o Ensino Fundamental, essa proporção sobe de 5% para 25%.
Problemas visuais não detectados podem comprometer o aprendizado e fazer com que a criança vá mal na escola.
Algumas não enxergam direito o que está escrito na lousa e outras podem ter dificuldade de ler livros, cadernos e apostilas que estão sobre a mesa.
Portanto, pais e professores devem estar atentos às crianças e estimulá-las a usar óculos ou tampões sem preconceito, quando necessário. Trata-se de uma medida que pode impedir o comprometimento do rendimento escolar.
Como as dificuldades visuais podem gerar impactos bastante negativos na vida dos pequenos, vale a pena prestar atenção em algumas pistas que alertam para a hora de marcar uma consulta com o oftalmologista. Entre os sinais mais comuns estão desinteresse pela leitura, cansaço, dor de cabeça ou sentar-se muito próximo à TV, por exemplo.
Na faixa etária entre os oito e 12 anos, estrabismo e ambliopia são alguns dos problemas mais comuns. Segundo médicos, a ambliopia ocorre quando um olho não enxerga bem, a criança tenta compensar forçando o outro olho. Assim, muitos pais não percebem a disfunção. Para tratar, usa-se um tampão, para forçar o desenvolvimento do olho “preguiçoso”. A única forma de prevenir é levar a criança ao oftalmologista a cada seis meses.
No início, a criança estranha um pouco. Mas logo se adapta, por uma questão de necessidade, e acaba gostando, porque ajuda muito no deslocamento.
Fique alerta
Como perceber que seu filho tem problemas de visão:
Reclamar de dor de cabeça
Se a criança reclama com frequência de dor de cabeça quando está em aula ou durante a lição de casa, é preciso investigar. Ela pode estar fazendo um esforço extra para enxergar bem.
Sentar muito próximo à TV
Quando algumas crianças insistem em sentar bem próximas à TV, mesmo que a tela seja grande, ela pode estar sofrendo de miopia. O mesmo é válido para livros.
Apertar os olhos para ler
Quando a criança aperta um dos olhos para enxergar, pode estar querendo melhorar o foco usando o olho bom para ver bem.
Andar de cabeça baixa
Há casos em que a criança estrábica ou com desequilíbrio no músculo ocular acaba tendo dupla visão ao focar um objeto ou olhar para baixo. Para se sentir mais segura, passa a andar sempre com a cabeça baixa, na tentativa de prevenir quedas.
Lacrimejar excessivamente
Algumas crianças não fecham os olhos totalmente enquanto dormem. Essa condição leva a um ressecamento noturno e, para compensar, os olhos passam o dia lacrimejando espontaneamente – o que atrapalha muito a visão.
Coçar os olhos
Esse é um sinal clássico de fadiga ocular. Tanto pode ter origem em problemas de visão como pode estar relacionado à conjuntivite.
Dificuldade com a leitura
Quando a criança não consegue ler uma sentença sem se perder nas palavras ou pular linhas, pode ser sintoma de astigmatismo ou estrabismo.
Acompanhar a leitura com o dedo
Se a criança não conseguir ler sem recorrer ao dedo indicador, pode não ser apenas uma mania, mas um caso de ambliopia – síndrome do olhinho preguiçoso – em que as letras e palavras parecem muito próximas.
Demonstrar sensibilidade à luz
Esse é outro sinal fácil de reconhecer. Quando a criança demonstra incômodo exagerado em ambiente muito iluminado ou ainda sob luz solar, pode sinalizar um tipo de estrabismo.
Tapar um olho com a mão
Há crianças que automaticamente tapam um dos olhos com a mão para enxergar melhor com o “olho bom”. Pode indicar problema de ambliopia ou estrabismo.
Cuidados
Ensine seu filho a cuidar das lentes dos óculos:
- Retirar a armação com as duas mãos
- Lavar com água fria e detergente
- Não usar água quente nem álcool
- Secar com lenço de papel macio
- Sempre guardar na caixinha
Fonte: Zero Hora
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Cirurgia plástica nos olhos?
Prática crescente no mundo, a Cirurgia Plástica Ocular vem ganhando novos adeptos interessados em retirar pequenos “excessos de pele” que vão se acumulando abaixo dos olhos ao longo da vida.
A região dos olhos, geralmente, é uma das primeiras a apresentar sinais de envelhecimento, pois os tecidos são muito finos e geralmente as pessoas pecam na ausência de fotoproteção, isto é, no uso de óculos escuros para proteger os olhos dos raios ultravioletas. Fatores genéticos também contribuem para uma constituição facial que pode tornar mais evidentes tais alterações.
Uma especialidade da oftalmologia que lida com esse tipo de anormalidades é a Cirurgia Plástica Ocular. Segundo especialistas, a técnica é adequada em casos de alterações palpebrais, nas vias lacrimais ou na órbita, a exemplo da ptose (pálpebras caídas), bolsas de gordura, rugas perioculares, malformações congênitas, como coloboma, ectrópio, blefarofimose, lacrimejamento por obstrução das vias lacrimais, além de danos pós-acidentes (fraturas e cicatrizes inestéticas) e tumores palpebrais.
Em muitos casos, uma cirurgia plástica ocular pode ser importante para a saúde dos olhos, muito além do aspecto estético.
Incômodos
Nos casos em que há apenas o desconforto estético não reconstrutivo, o paciente procura a cirurgia plástica ocular para melhorar pequenos incômodos estéticos nas pálpebras, rugas na região periocular, ou até mesmo para retirar tumorações benignas nas cavidades.
Quem mais procura esse tipo de procedimento são, em geral, mulheres entre 40 e 50 anos. Mas os homens também têm procurado bastante se cuidar e buscam cada vez mais as blefaroplastias e os liftings de supercílio, assim como as aplicações de botox.
De acordo com oftalmologistas, normalmente, as cirurgias estéticas não interferem negativamente na visão, podendo até melhorar o campo visual do paciente, que sentirá alíviode certo peso nas pálpebras.
Vale destacar que ainda há poucos profissionais devidamente treinados na área, embora a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Ocular (SBCPO) exista desde 1979. Por isso,recomenda-se que o paciente procure oftalmologistas com treinamento específico na especialidade. Para consultar quem atua no ramo, pode se acessar o site da SBCPO: www.sbcpo.org.br
Fonte: Assessoria de Comunicação MED Center
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Dor de cabeça e sensibilidade à luz podem indicar problemas de visão
No programa Bem Estar de quinta (27), foi explicado que a dor de cabeça pode ser sinal de hipermetropia ou miopia, enquanto a sensibilidade à luz acontece principalmente com quem tem astigmatismo.
Problemas de visão podem acontecer em qualquer idade e é importante ficar atento aos sinais que o corpo dá que podem indicar a necessidade do uso de óculos, como por exemplo a dor de cabeça e a sensibilidade à luz. Além desses sinais, olhos vermelhos, aproximar os olhos para ler ou apertá-los para focalizar objetos também servem como alerta.
Algumas pessoas, por exemplo, passam anos lutando contra a dor de cabeça e descobrem depois de muito tempo que o uso de óculos já resolveria o problema. Essa dor de cabeça acontece por causa do esforço para enxergar e pode ser sinal de hipermetropia nas crianças ou miopia nos adolescentes. Já a sensibilidade à luz, também conhecida como fotofobia, acontece principalmente com quem tem astigmatismo, por causa do formato da córnea.
Ou seja, a luz entra e se dispersa na retina, dificultando o foco e causando incômodo. Para evitar isso, é recomendável utilizar o computador ou o celular com a luz não muito mais clara do que a luz ambiente para não agredir a pupila.
É impossível evitar o aparecimento de miopia, astigmatismo ou hipermetropia. Mas usar os computadores em ambientes claros ou com a luz fraca deve ser uma prática adotada desde criança para evitar alguns incômodos. Nessa fase, inclusive, são os pais ou professores que costumam perceber a dificuldade da criança para enxergar. O erro de refração mais comum nessa época é a hipermetropia, que dificulta a visão de perto. Algumas crianças não precisam usar óculos porque conseguem compensar a falta de visão e, em alguns casos, a hipermetropia pode até diminuir com o crescimento.
De qualquer maneira, os médicos recomendam que a visita ao oftalmologista seja feita a partir de qualquer queixa ou sinal de alerta. Mesmo quando não há nenhum sinal, consultar um médico não deve passar dos 3 ou 4 anos. Na adolescência, os problemas mais comuns são a miopia e o astigmatismo. Além dos fatores genéticos, há também o crescimento do corpo e dos olhos que podem contribuir para o desenvolvimento desses defeitos de visão.
Segundo o oftalmologista Samir Bechara, estima-se que entre 20% e 30% dos adolescentes precisem de óculos. Alguns optam pelas lentes, mas elas podem causar irritação nos olhos.
Já as pessoas com mais de 40 anos costumam ter a vista cansada ou um problema chamado presbiopia, que também dificulta a visão de perto. A vista cansada acontece porque a lente dos olhos, o cristalino, vai perdendo a capacidade de foco ao longo da vida. No caso da presbiopia, existem dois tipos de cirurgia de correção: com laser ou com implante de lentes.
Seja qual for o problema, é importante sempre procurar o médico para avaliar.
Algumas pessoas não usam óculos porque não gostam e, segundo o oftalmologista Samir Bechara, isso não altera o grau dos defeitos de visão.
Os óculos devem ser usados para deixar a visão confortável e reduzir os incômodos.
Alimentação
Para melhorar a saúde dos olhos, os médicos mostraram que a alimentação também pode fazer diferença. Alguns estudos mostram que o consumo de grandes quantidades de frutos e vegetais ricos em luteína reduz o risco de degeneração macular e também protege os olhos de lesões provocadas pelos raios solares. Ou seja, alimentos como milho, abóbora, espinafre e brócolis são benéficos.
No entanto, alimentos ricos em ômega 3, ômega 6, sais minerais e vitamina C também são bons porque são antioxidantes, melhoram a produção de lágrima e beneficiam a saúde da retina.
Consumir peixes, frutas, tomate e cenoura pode já garantir alguns desses benefícios.
Fonte: Bem Estar
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Descolamento de retina: como ocorre?
O que é o descolamento de retina?
“Descolamento de retina” é o descolamento e a separação entre as camadas superficiais da retina, sensíveis à luz, e as camadas mais internas, de suporte e nutrição da retina. A retina é a parte do olho que contém as células que transformam os estímulos luminosos em impulsos nervosos.
Quais são as causas do descolamento de retina?
A doença é mais comum após os 40 anos, em pessoas que possuam história familiar de deslocamento de retina, naquelas que sofram de miopia, glaucoma ou que tenham se submetido à cirurgia de catarata.
Usualmente ele é causado por traumas, movimentos muito bruscos, tumores, inflamações graves ou complicações do diabetes mellitus. A doença pode advir do processo de envelhecimento, quando a retração do humor vítreo danifica a retina e passa pelos rasgos ocasionados nela, provocando seu deslocamento.
Quais são os sinais e sintomas do descolamento de retina?
Os principais sinais e sintomas do descolamento de retina são flashes de luzes, manchas escuras (roxas) se movendo (conhecidas como moscas volantes) e perda parcial da visão. Normalmente, essas sensações são muito desagradáveis, embora não doam.
Como o médico diagnostica o descolamento de retina?
A história médica e o exame clínico são essenciais. A queixa de estar “vendo” flashes de luz costuma ser o primeiro indício de descolamento de retina. O exame com um oftalmoscópio permite ver a parte de trás do olho e diagnosticar o descolamento de retina. A ultrassonografia do olho ajuda na análise da retina, sob vários ângulos. A angiografia também pode ajudar a visualizar a retina e detectar o descolamento. A acuidade visual deve ser analisada, juntamente com um exame de campo visual.
Como o médico trata o descolamento de retina?
O descolamento de retina deve ser tratado com urgência, sob o risco de levar à perda total e irreversível da visão, por morte e degeneração da retina.
Em casos iniciais, a aplicação do laser “cola” as bordas da lesão e bloqueia o descolamento, fazendo com que os tecidos adjacentes adiram uns aos outros. Contudo, a cirurgia constitui técnica comum de tratar o descolamento da retina. As cirurgias costumam ser associadas à aplicação do laser, para “soldar” o descolamento. Em todos os casos, o tratamento deve ser conduzido por um oftalmologista experiente.
Como prevenir o descolamento de retina?
- Proteja os olhos de modo a prevenir um trauma ocular.
- Procure não fazer movimentos bruscos com a cabeça, como nos esportes radicais, por exemplo.
- Controle sempre a sua glicose, se você tem diabetes.
- Consulte regularmente um oftalmologista, se você se inclui entre as pessoas que têm fatores de risco.
Como evolui o descolamento de retina?
O tratamento do descolamento de retina raramente apresenta resultado excelente, mas muitas vezes a sequela que fica é tão mínima que nem chega a ser percebida.
O repouso e a manutenção das posições de cabeça indicados pelo médico são essenciais.
Em alguns casos podem ser necessárias várias cirurgias, em outros não é possível reestabelecer os prejuízos causados à visão. Mesmo com o tratamento e o retorno da retina à sua posição normal, costuma haver uma perda parcial da visão.
Fonte: abc.med.br
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Pesquisa revela que brasileiros não cuidam bem dos olhos
Pesquisa inédita encomendada pela Sociedade Brasileira de Glaucoma mostra que 36% dos brasileiros adultos nunca foram ao oftalmologista. Outros 18% fizeram apenas uma consulta em toda a vida. Conduzido pelo Ibope, o trabalho foi feito com base numa mostra de 2.002 entrevistas em todo o País, em junho.
Os resultados deixam clara a necessidade de se reforçar o acesso ao tratamento e principalmente à informação. Segundo a SBG, pessoas ainda sofrem perda importante da visão provocada pelo glaucoma.
Como a doença não tem sintomas em seu estágio inicial, muitas vezes as pessoas se dão conta de que algo vai errado somente quando a perda da visão já começou. No entanto, no glaucoma os danos são irreversíveis. Daí a importância, completa, da agilidade tanto no diagnóstico quanto no início do tratamento.
Pressão
O glaucoma é uma doença progressiva, causada pelo aumento da pressão intraocular. Essa pressão acaba provocando lesões no nervo óptico, perda de visão e, em muitos casos, cegueira. O tratamento é feito com colírios e, em alguns pacientes, com cirurgias.
A prevalência do glaucoma aumenta com a idade. Aos 40 anos, cerca de 2% das pessoas têm a doença. Aos 70 anos, o porcentual salta para 6%. O maior receio é de que, com envelhecimento da população e o desconhecimento em torno da doença, o número de casos de cegueira no País aumente consideravelmente.
Da amostra que representa a população geral, 36% nunca ouviram falar em glaucoma. O desconhecimento está presente em todos os níveis de escolaridade. Dos entrevistados com nível superior, 10% disseram não conhecer a doença. A falsa ideia de que a cegueira causada pelo distúrbio é reversível também foi identificada na pesquisa do Ibope: entre os que conhecem o glaucoma, 88% disseram saber que ele provoca a perda da visão. Mas 41% deles imaginam que o problema pode ser revertido.
Diante desse quadro, a sociedade decidiu lançar uma campanha de alerta para população. Uma das principais mensagens ressalta a importância de se consultar o oftalmologista depois dos 40 anos.
A SBG estima que exista no Brasil 1 milhão de pessoas com glaucoma, mas apenas 50% desses pacientes estão em tratamento. Além da falta de informação, a dificuldade ao acesso a consultas com especialistas, sobretudo em cidades mais afastadas, contribui para porcentuais tão elevados.
Fonte: Estadão
Os resultados deixam clara a necessidade de se reforçar o acesso ao tratamento e principalmente à informação. Segundo a SBG, pessoas ainda sofrem perda importante da visão provocada pelo glaucoma.
Como a doença não tem sintomas em seu estágio inicial, muitas vezes as pessoas se dão conta de que algo vai errado somente quando a perda da visão já começou. No entanto, no glaucoma os danos são irreversíveis. Daí a importância, completa, da agilidade tanto no diagnóstico quanto no início do tratamento.
Pressão
O glaucoma é uma doença progressiva, causada pelo aumento da pressão intraocular. Essa pressão acaba provocando lesões no nervo óptico, perda de visão e, em muitos casos, cegueira. O tratamento é feito com colírios e, em alguns pacientes, com cirurgias.
A prevalência do glaucoma aumenta com a idade. Aos 40 anos, cerca de 2% das pessoas têm a doença. Aos 70 anos, o porcentual salta para 6%. O maior receio é de que, com envelhecimento da população e o desconhecimento em torno da doença, o número de casos de cegueira no País aumente consideravelmente.
Da amostra que representa a população geral, 36% nunca ouviram falar em glaucoma. O desconhecimento está presente em todos os níveis de escolaridade. Dos entrevistados com nível superior, 10% disseram não conhecer a doença. A falsa ideia de que a cegueira causada pelo distúrbio é reversível também foi identificada na pesquisa do Ibope: entre os que conhecem o glaucoma, 88% disseram saber que ele provoca a perda da visão. Mas 41% deles imaginam que o problema pode ser revertido.
Diante desse quadro, a sociedade decidiu lançar uma campanha de alerta para população. Uma das principais mensagens ressalta a importância de se consultar o oftalmologista depois dos 40 anos.
A SBG estima que exista no Brasil 1 milhão de pessoas com glaucoma, mas apenas 50% desses pacientes estão em tratamento. Além da falta de informação, a dificuldade ao acesso a consultas com especialistas, sobretudo em cidades mais afastadas, contribui para porcentuais tão elevados.
Fonte: Estadão
Assinar:
Postagens (Atom)

















