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sexta-feira, 28 de março de 2014

Saiba mais sobre a Presbiopia



Embora muitas vezes confundida com Hipermetropia, a Presbiopia é uma condição ocular progressiva que é parte natural do envelhecimento e dificulta, gradualmente, o foco nítido em objetos próximos. É, provavelmente, causada pela perda da flexibilidade no cristalino do olho, a parte responsável por focar adequadamente as imagens na retina.

Assim como o cristalino perde flexibilidade, a capacidade do olho em ajustar agilmente seu foco nas imagens com base nas distâncias variadas é comprometida, resultando em visão embaçada em distâncias próximas. O tratamento mais indicado para a Presbiopia é a utilização de lentes corretivas, os famosos óculos de leitura, de aumento, lentes bifocais ou lentes progressivas. Mas tudo isso ainda depende do que um exame ou o seu especialista vão indicar.

Via Guia de Óculos

quarta-feira, 19 de março de 2014

Mergulhar de olhos abertos pode causar infecções


Mergulhar de olhos abertos na piscina ou no mar deixa os olhos expostos à uma série de bactérias, que podem causar infecções. Segundo o médico Almeida Júnior, se alguém com conjuntivite se banha em uma piscina pode transmitir a infecção a todas as outras pessoas que estão nadando no local. Além disso, o sal e o cloro provocam irritação no globo ocular

quinta-feira, 13 de março de 2014

Óculos escuros de má qualidade colocam saúde em risco

Eles são objeto de desejo de muita gente e dão uma graça para qualquer look. Mas na hora de escolher os óculos escuros o cuidado não deve ser apenas se o modelo está na moda ou se fica bem para o tipo de rosto. Muito mais importante do que isso é checar se eles são de boa procedência, mesmo que isso signifique gastar mais. Do contrário, são os seus olhos que vão pagar caro.

“Assim como acontece na pele, a radiação solar acelera o processo de envelhecimento ocular, o que pode levar ao desenvolvimento precoce de catarata e degeneração macular”, contou a oftalmologista Lara Murad Bichara, do Serviço de Oftalmologia da Policlínica Naval de Niterói, no Rio de Janeiro. A mácula é a parte central da retina, responsável pela percepção das cores, das formas e de detalhes das imagens.



“Pode acontecer ainda um processo inflamatório crônico na superfície ocular facilitando o aparecimento de pterígio, um tecido carnoso que cresce sobre a córnea, normalmente na área próxima ao nariz, e que pode atrapalhar a visão”, acrescentou.

Nunca ouviu falar sobre essa questão? Pois você não está sozinho. Estudos já mostraram que menos de 1% dos brasileiros têm a visão nítida de que os raios UVA e UVB podem ofuscar as imagens do mundo ao seu redor. E mesmo as pessoas que desconfiavam que o sol pode ser prejudicial aos olhos não têm consciência do tamanho do problema. Estima-se que a radiação ultravioleta aumente em 60% o risco de catarata e 20% dos casos dessa doença são desencadeado por esse fator, segundo a Organização Mundial de Saúde.  

Outro fato que a maioria ignora é que usar lentes que não barram os raios solares é mais perigoso do que não usar nada. “Isso porque a pupila, que é a estrutura ocular responsável pela coloração dos olhos e que controla a quantidade da entrada de luz, se dilata por causa da diminuição da luminosidade provocada pelos óculos, abrindo caminho para a penetração de mais radiação, aumentando os riscos”, explicou Erika Yasaki, oftalmologista do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

Os efeitos prejudiciais do sol sobre olhos são cumulativos. Por isso o ideal é lançar mão dos óculos com filtro solar mesmo que você vá apenas até a padaria na esquina de casa. “Quanto maior o tempo de exposição pior, por isso o indicado é não abrir mão do acessório em nenhuma situação e nunca é tarde para começar a se preocupar com esse cuidado”, afirma Lara Murad Bichara.

A olho nu, não dá pra saber se eles oferecem ou não essa proteção aos olhos, pois o filtro que barra os raios solares pode ser colocado em qualquer tipo de lente, mesmo nas transparentes e nas de contato. Na dúvida, leve o seu par ao oculista. Esse tipo de médico costuma ter em seu consultório um aparelho chamado fotômetro que calcula a porcentagem de radiação que é bloqueada. “Mas comprar os óculos em lojas e óticas confiáveis e optar sempre por aqueles que tenham o selo que atesta a presença do filtro contra a radiação ultravioleta é uma boa forma de evitar esse risco”, disse Erika Yasaki

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Parar de fumar pode reduzir o risco de catarata



Pesquisadores da Universidade da Suécia descobriram que parar de fumar, ou mesmo reduzir a quantidade de cigarros por dia, pode reduzir as chances do desenvolvimento da catarata.

A pesquisa foi feita com mais de 40 mil homens que responderam a um questionário sobre seus hábitos de vida como prática de exercícios físicos, alimentação, rotina de trabalho, além do fumo. O resultado mostrou que o grupo que consumia mais de 15 cigarros por dia tinha uma chance de 42% a mais de desenvolver a catarata. Entre os que pararam de fumar o risco caiu para 20%.

Os cientistas descobriram também que o desenvolvimento da catarata está intimamente relacionado à quantidade de cigarros consumida por dia. Além disso, foi constatado que mesmo 20 anos após parar de fumar, os homens deste grupo ainda tinham um risco maior de desenvolver catarata comparado aos que nunca haviam fumado.

De acordo com o oftalmologista Marcelo Mendonça, o resultado dessa pesquisa ainda é controverso, pois geralmente a população de não fumantes se confunde do ponto de vista estatístico com população mais preocupada com estilo de vida prática de exercícios, dietas mais saudáveis entre outros fatores. “Deste modo se torna bastante difícil isolar o hábito de fumar destas demais características podendo provocar uma confusão na interpretação dos dados e levar os cientistas a conclusões falsas. A princípio trata-se de uma boa notícia, porém novos estudos obrigatoriamente terão que ser conduzidos para determinar o quanto realmente o tabagismo é responsável pelo aumento da incidência de catarata e quanto o estilo de vida saudável que o não tabagista tende a praticar influi neste resultado”, analisa Mendonça.

A catarata é o embaçamento e crescimento da lente natural dentro do olho chamada de cristalino, praticamente inevitável com a idade. “O tratamento mais moderno é a cirurgia que substitui o cristalino opacificado por uma lente intraocular transparente, mas antes é preciso analisar cada caso”.

Via Portal Novidade

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Pessoas com doenças sistêmicas precisam aumentar os cuidados com a saúde ocular


A visão também pode ser a porta de entrada para a descoberta de várias doenças do corpo humano. Pouca gente sabe que diversas patologias podem ter manifestações nos olhos. Ter a visão embaçada, os olhos vermelhos ou sentir dores de cabeça podem levar um paciente ao oftalmologista e, consequentemente, fazer com que ele descubra uma doença que não seja ocular.

Muitas doenças podem ocasionar alteração da saúde ocular. Mas, para auxiliar na prevenção de futuras complicações, o especialista em retina e vítreo da Clinica Unilaser, Celso Afonso Gonçalves, explica que através do exame de fundo de olho é possível precaver algumas das patologias.

“A diabetes, que é uma epidemia mundial apesar de não ser contagiosa, é uma das mais perigosas e, se não tratada, poderá levar a cegueira. Outro perigo são as doenças na gravidez, devendo ser necessário a realização de um bom pré-natal visando o controle do risco da mãe contrair toxoplasmose, rubéola ou sarampo. Além disso, um parto prematuro merece ainda mais atenção ao bebê”, explica.

O exame de fundo de olho pode diagnosticar uma doença sistêmica e ajudar a controlar a sua evolução. “O exame faz um mapeamento da retina e com isso podemos ter uma visão geral dos vasos e artérias no fundo do olho. A situação mostrada é a mesma que no organismo”, salienta.


Diabetes

No Brasil cerca de 300 mil pessoas perderam completamente a visão por causa da doença. Segundo estimativas, em 2020, cerca de 1 milhão de brasileiros estarão suscetíveis à diabetes. “A cada vez mais a patologia aumenta, ainda mais em países desenvolvidos como o Brasil. Por isso, que hoje em dia até a merenda escolar é controlada para diminuir e precaver os casos da doença”, comenta Dr. Celso. 

Segundo a Organização Mundial de Saúde, depois de vinte anos com diabetes, o risco dos pacientes desenvolverem algumas alterações no olho é de 75%, por isso, a importância do exame fundo do olho.

Confira abaixo alguns sintomas que podem indicar a presença de determinadas doenças:

- Pupila contraída: Indica uveíte que pode ser resultante de toxoplasmose, doenças reumáticas auto-imunes, herpes, tuberculose, lepra ou certos tipos de leucemia.
- Pupila dilatada: Pode estar relacionada a tumores, glaucoma, trauma, doenças do sistema nervoso central.
- Visão dupla: Pode apontar presença de tumor intracraniano, acidentes vasculares centrais, traumas e hiperglicemia.
- Olhos saltados e inchaço: São sinais, principalmente, de distúrbios da tireóide.
- Cegueira momentânea: Indica tumor intracraniano, má circulação no cérebro ou arritmia cardíaca.
- Visão borrada: Pode sinalizar diabetes, sangramento ocular, inflamação, hipertensão arterial.
- Olho seco: A falta de lágrima pode ser causada por disfunções hormonais, menopausa e até Síndrome de Sjogren, uma doença reumática crônica.

Fonte: Diário do Litoral

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Cuidados com os olhos no verão

Conjuntivites e ceratites, provocadas pela proliferação de vírus e bactérias na água e em ambientes fechados, quentes e úmidos, estão entre as doenças mais comuns desta época. A exposição excessiva dos olhos aos raios solares também pode desencadear o aparecimento precoce de miopias, hipermetropias, cataratas e glaucomas, explica a oftalmologista Doroteia Matsuura, do Hospital Oftalmológico de Brasília.



— É imprescindível estar alerta aos fatores de risco ambientais — adverte Doroteia.

Confira abaixo alguns dos principais fatores de risco para a saúde dos olhos no verão e que cuidados podem evitá-los.

Sol
A radiação dos raios ultravioletas UVA e UVB favorece o surgimento de uma série de patologias oculares. Uma das mais comuns é o pterígio. Trata-se de um tecido fibrovascular (vasos sanguíneos) que cresce da conjuntiva, a parte branca do olho, em direção à córnea.

A catarata também pode aparecer mais cedo em pessoas que se expõem excessivamente aos raios solares sem proteção adequada. A doença torna opaco o cristalino, a "lente" do olho, localizada atrás da íris e que deve estar sempre transparente, para permitir uma visão clara. Normalmente, a catarata se manifesta após os 55 anos.

A mácula, região central da retina, sofre lesões irreversíveis com a ação dos radicais livres gerados a partir dos raios ultravioletas e desenvolve precocemente a degeneração macular relacionada à idade (DMRI), um problema ocular que afeta a visão central e pode levar à cegueira.

Como prevenir

— Não expor-se excessivamente ao sol e usar óculos escuros com proteção contra raios UVA/UVB podem poupar os olhos desse problema.

— Os óculos devem ser acessório indispensável mesmo que o tempo esteja nublado, aconselha a oftalmologista Doroteia Matsuura, do Hospital Oftalmológico de Brasília.

Ceratite
É uma inflamação na córnea, caracterizada pelo surgimento de pontos ressecados na conjuntiva, que podem tornar a córnea esclerosada e insensível.

Como prevenir

— Deve-se evitar entrar na água sem a proteção adequada nos olhos, como óculos de mergulho, e jamais nadar usando lentes de contato.

Piscina
Apesar de receber tratamento, a água da piscina é um veículo perfeito para os micro-organismos que desencadeiam conjuntivites virais e bacterianas.

A conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, a membrana que recobre a parte interna da pálpebra e a esclera, a parte branca do olho. Em geral, os sintomas são olhos vermelhos, irritação, coceira, pálpebras inchadas e aversão à luz. Na conjuntivite viral ocorre o lacrimejamento intenso do olho. Na bacteriana, surge uma secreção amarelada que chega a colar as pálpebras.

Enchentes
Os alagamentos provocados pelas chuvas de verão também podem desencadear doenças nos olhos. Uma delas é a neurite óptica, inflamação do nervo óptico que provoca alteração na visão de cores, queda da acuidade visual e dor, e pode levar à perda parcial ou total da visão. A maioria das pessoas recupera gradativamente a visão, mas pode ficar como sequela a perda de contraste. A neurite óptica é provocada pelo vírus da hepatite A, que se dissemina na água das inundações.

Como prevenir

— Em alagamentos, evite que a pele entre em contato com a água.

Via Zero Hora

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Cuidados com os olhos durante viagens de férias

Nada pode ser ruim em se tratando de viagem, certo? Sim, mas a gente sabe que é preciso alguns cuidados especiais com a saúde; seja prevenindo e ou tratando um ‘Mal de altitude’ ou outros problemas que podem surgir naturalmente em nossas andanças.



Os boletins epidemiológicos do Comitê Estadual de Saúde do Viajante (criado pela Secretaria de Saúde de São Paulo) mostram que a conjuntivite é a segunda maior doença transmissível das que são monitoradas no turismo.

De acordo com o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, do Instituto Penido Burnier, um dos fatores que contribui para isso é o uso abusivo de ar condicionado, que nem sempre tem a manutenção adequada e infesta o ar com microorganismos.



O especialista destaca algumas causas que podem prejudicar a saúde dos olhos durante as viagens:

ÁGUA CONTAMINADA

A água quente facilita a proliferação de parasitas e bactérias, então se você se empolgou com a jacuzzi do hostel é bom ficar atento. Os sintomas são dor intensa, olhos vermelhos e aversão à luz.

Usar lentes de contato em jacuzzis, praias ou piscinas dobra o risco de contaminação fulminante da córnea e pode até cegar, adverte o especialista.

QUEDA DE UMIDADE

Nos aviões a umidade do ar pode cair 30%. Por isso os olhos ficam ressecados e acabam se transformando em uma porta aberta para a contaminação.

Se você é daqueles que curtem ver muitos filmes durante o percurso no avião é bom tentar dar um descanso para os olhos.

LENTES DE CONTATO



Nos voos com mais de 2 horas de duração, as lentes de contato devem ser substituídas por óculos, alerta o oftalmologista. Isso porque, a baixa umidade no avião faz com que a lente que fica suspensa sobre a córnea entre em atrito com sua camada externa, mesmo que a lágrima artificial seja instilada no olho.

O resultado são olhos vermelhos, doloridos e lacrimejantes. A única terapia para este tipo de dano é evitar o uso de lente até a completa regeneração da córnea.

Em pessoas com baixa imunidade e nas que voltam a usar a lente antes da recuperação, as lesões podem infeccionar.

Consulte seu oftalmologista antes de viajar e fique atento à saúde dos seus olhos.

Fonte: MochilaBrasil – UOL

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Confira mitos e verdades sobre os olhos

Entortar os olhos pode te deixar estrábico? E ler em movimento, descola sua retina? Nós reunimos alguns mitos e verdades sobre os aspectos mais curiosos da visão.



Quem usa óculos não pode doar a córnea?
Mito! Miopia, hipermetropia ou astigmatismo não alteram a estrutura da córnea.

Usar os óculos de outra pessoa faz mal?
Sim! Os óculos são objetos pessoas feitos sob medida. Usar os de outra pessoa pode causar dores de cabeça, tonturas, enjoo e fadiga ocular.

Assistir TV de perto prejudica a visão?
Mito! Assistir TV de uma distância curta pode deixar os olhos cansados, mas não faz mal à saúde ocular.

Entortar os olhos causa estrabismo?
Esse é um mito que fez parte da infância de muita gente, não é? Não se preocupe! O exercício de aproximar as pupilas não oferece riscos!

Usar óculos faz o grau aumentar ou diminuir?
Isso não interfere na evolução de erros de refração, como miopia e astigmatismo.

Expor os olhos ao sol sem proteção UV pode prejudicar a visão?
Verdade! Olhar diretamente para o sol sem proteção contra os raios UV pode causar problemas, como danos na retina, catarata e até inflamações na córnea. Por isso, é essencial investir em lentes de qualidade!

Ler demais deixa a vista cansada?
Não, o ato de ler não cansa a vista. O que pode causar a sensação de cansaço é a luz do ambiente em que você está lendo, ou se a leitura for feita em computadores, celulares, tablets etc.

Ler dentro de veículos em movimento causa deslocamento da retina?
Mito! Isso pode causar uma indisposição, mas não tem nada a ver com descolamento da retina.

Via: Guia de Óculos